4º edição do É no choro que vou de 23 a 30 de abril


O Festival Nacional do Choro trará mais de 10 apresentações com artistas locais e de renome nacional, além de debates e workshops em vários locais da cidade.


Em homenagem ao Dia Nacional do Choro, comemorado em 23/04, um coletivo de artistas do choro curitibano promove a 4º edição do Festival Nacional do Choro, o É no Choro que eu vou. O evento, que inicia na terça-feira, 23 de abril, e vai até o dia 30, homenageia um dos chorões mais ilustres de Curitiba, Wilson Moreira, falecido em 2017. A abertura do Festival será realizada por meio de dois eventos: o primeiro será ao meio dia na Boca Maldita, com a apresentação de diversos músicos participantes desta edição do Festival e, o segundo, que acontecerá na Capela Santa Maria, às 20h, será realizada pelo grupo oficial do evento, o Regional “É no choro que eu vou”, com a participação especial do instrumentista Dirceu Leite. A Capela Santa Maria fica na Rua Conselheiro Laurindo, 273, no Centro de Curitiba. Mais informações e a programação completa pode ser encontrada na página oficial do Festival no Facebook (https://www.facebook.com/enochoroqueeuvou/).

Durante uma semana, o público poderá conferir rodas e apresentações de artistas locais já conhecidos e consagrados na cena curitibana e fora dela e, também, aproveitar para ter contato com grandes nomes do cenário nacional como Maurício Carrilho, Nailor Proveta, Larissa Umaytá, Gian Correa, Fábio Peron e Rogério Souza. Além das apresentações, serão realizados debates e workshops, a fim de enriquecer ainda mais o Festival. As apresentações na rua serão gratuitas e as que forem em locais fechados terão ingressos solidários, a doação de 1kg de alimento não perecível ou de um agasalho em bom estado. 

Neste ano, o evento tem o patrocínio da Volvo e da Revalore, por meio da Lei Municipal de Incentivo á Cultura, o Mecenato Subsidiado, e o apoio da prefeitura de Curitiba, da Fundação Cultural,  Elo Apoio Social e Ambiental, SESI PR, ICAC e Conservatório de MPB.

O choro - Os primeiros grupos nasceram no século XIX em biroscas do subúrbio carioca. O gênero, que é popularmente chamado de chorinho, é considerado o primeiro tipicamente brasileiro. Em Curitiba, a cultura do choro é muito forte, principalmente por ser daqui um dos mais antigos conjuntos de choro ainda em atividade no Brasil, o “Choro e Seresta”, que está há 45 anos na atividade. O homenageado desse ano, o chorão Wilson Moreira, participou do conjunto até seu falecimento, em 2017, por décadas enalteceu a cena local e influenciou músicos. Entusiasta do choro, Wilson, compôs inúmeras músicas que serão lembradas durante o festival.

A data - O Festival inicia no dia 23 de abril, porque nessa data é comemorado o Dia Nacional do Choro, escolhido em homenagem ao aniversário de nascimento do mais ilustre chorão do Brasil, Alfredo da Rocha Viana Filho, o Pixinguinha.


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